Boas-vindas ao bebê!


Imagem retirada da Internet

Para a chegada de um bebê, tantas coisas mudam: nosso corpo, pensamentos, sentimentos, cenários da casa e sua decoração, carreira e muito mais. Por mais que haja um planejamento adequado para recebê-lo é algo muito novo para todos. Envolve trabalho e investimento para sair tudo conforme sonhado, mas, claro, dentro das possibilidades (principalmente financeira) da família, no entanto, se tem algo que supera tudo isso e dá gosto de vivenciar, é a expectativa para ver o rostinho, conhecer o novo integrante da família, tocar aquele serzinho que estará chegando para completar e fazer parte de mais uma geração... É tanto amor envolvido que transborda! Posso dizer que é uma das “ansiedades” mais saudáveis de se sentir.

Ter a sensação de ser amado, melhor coisa não há! Se há amor, tudo flui melhor e o bebê, tanto no útero e quando chega, sente. Isso vale para o primeiro, segundo, terceiro ou mais filhos. Além do casal, a família também vive essa expectativa aguardando para conhecer o mais novo membro. Assim acontece na grande maioria dos lares.

Sei que na gravidez os hormônios estão a mil, ficamos mais sensíveis, mas procurar manter a calma, mesmo em circunstâncias do cotidiano que exigem um pouco mais de nós mesmas, é válido e fundamental, afinal, o bebê sente, através da mãe, as situações que ocorrem no mundo aqui fora. Porém, se não for possível manter a calma diante de alguma vivência mais difícil, procurar auxílio com algum profissional é bem interessante.

Por aqui, Milena e Mirela (nosso anjinho) foram muito esperadas, mas tendo em vista a prematuridade, a espera durante o período de UTI Neo, foi vivida intensamente e, com isso, foi uma espera diferente, especial.  Bem lembro o dia em que chegamos em casa com Milena: balões coloriam o ambiente, a família toda junta e entre sorrisos e lágrimas de emoção e alegria, uma felicidade e tanta!

Esses dias, completou um mês de vida, o bebê de uma prima minha. Nossa, quanto ele foi esperado pela família! Todos orgulhosos por tê-lo! Em conversa com uma de minhas irmãs, ela até comentou “que era emocionante ver toda a família reunida e feliz tendo desejado e esperado tanto pelo bebê”.

Vivenciar esse momento dessa forma, torna o ambiente acolhedor e afetivo e proporcionará benefícios ao novo ser que chegará e, independente se foi planejado ou não, o bebê se sentirá bem, mais seguro, protegido e amado. Isso agregará para que se torne uma criança saudável e feliz.

Quando o recém-nascido chega em casa, envolve muitos cuidados e dedicação e não é fácil, mas curtir sua espera desde a gravidez, desfrutar cada momento é prazeroso e criança em casa traz felicidade, deixa o lar tão mais familiar e com aquele cheirinho de neném. É uma delícia! Sinceramente? Queria poder sentir mais uma vez essa experiência! Rsrsrs

E por aí, como está sendo ou foi a doce espera pelo(s) filho(s)? 
Abraços,
Larissa Andrade.

Feliz 2015!


Ano novo chegou e, junto, novos desejos cheios de esperança. Quando penso no ano que passou, vejo que muitos projetos que sonhei, alguns saíram do papel, mas outros ficaram por lá, no plano das ideias. Mas se você se perguntar o motivo disso ter acontecido, eu responderia que, talvez se não fui tão firme na busca, tenha sido o sentimento que ainda não era o momento, não estava no tempo, ainda que fosse algo almejado. Tipo aquelas coisas que tanto queremos, mas sabemos que ainda não é a hora, mas pelo menos, estamos nos organizando (mentalmente) para que tão logo sejam consolidadas.

Surgiram algumas novas prioridades e são elas que pretendo focar neste novo ano. Quero ainda poder compartilhar aqui, com o tempo, algumas das novidades! Cenas para os próximos capítulos rsrs.

Entre erros e acertos encerramos um ciclo e iniciamos um novo. É uma oportunidade para recomeçar! Mesmo com alguns sonhos não realizados, dá aquela sensação que estamos “zerando” alguma fase para dar um “restart” ... E a hora é essa...retomar projetos em busca de novas oportunidades...mudanças de rotina, de hábitos são necessárias e, em prol de qualidade de vida, sempre são bem-vindas.

Aproveito para agradecer aos que estão sempre aqui acompanhando o blog. Desejo que tenhamos um ano iluminado e seja cheio de mudanças boas, de projetos novos, realizações, saúde, paz, amor e alegrias. Que tenhamos firmeza na busca de nossos propósitos e possamos celebrar em união com nossas famílias e amigos! 
FELIZ 2015!!

Abraços,

Larissa Andrade.

Cartinha ao Papai Noel


Imagem retirada da internet
Dentre as delícias do mês de dezembro, como preparar os enfeites para decorar a casa, montar a árvore de Natal, planejar a grande ceia e comemorar com a família o verdadeiro significado do Natal...se nós, adultos, nos encantamos com tudo isso, as crianças também sentem as energias boas do momento e o clima natalino, se encantam com as luzes da época e com imagens de Papai Noel na maioria dos lugares e lares (mesmo que algumas apresentem certo medo). E, em meio a tudo, alimentar a tradição da cartinha ao papai Noel, dá mais sentido à fantasia da criança. É claro que, respeitosamente, algumas famílias são mais neutras quanto a isso.

Para quem curte esse momento com o filho, é possível até acompanhar a evolução da escrita da criança através das cartinhas, tenho aqui uma que Milena fez e “assinou” quando sua letrinha era apenas alguns rabiscos e, em comparação a hoje, ganhou e está ganhando nova forma.

Na hora de preparar a cartinha ao “querido Papai Noel”, independente se a criança já escreve ou não, incentivá-la a escrever sua própria cartinha, é bem bacana...se ainda não souber escrever, deixe a criatividade dela surgir e valem os rabiscos ou desenhos! Para dar um toque mais especial à cartinha, dá até pra escolher um papel bonito com o envelope e escrever com o colorido desejado. Uma opção é buscar imagens que remetam ao tema e imprimir em uma folha de papel ou pesquisar modelos prontos na internet também é uma boa alternativa.

Nesse momento, também é possível orientar as crianças sobre o que pedir ao papai Noel, pois na maioria das vezes, surgem vários pedidos de presentes e, com isso, vem a indecisão. Por aqui, tivemos que explicar à Milena que ela teria que escolher apenas um item, já que não dá pra ter tudo que queremos na vida no mesmo momento. Pelo visto, conseguimos ajudá-la a ter um foco rsrs.

Ainda que, na maioria das cartinhas, seja comum orientarmos as crianças a escrever sobre seu comportamento e o que aprendeu significativamente durante o ano, vale salientar que, não podemos usar o papai Noel para “chantagens emocionais” como “se você não fizer isso ou aquilo ou se continuar se comportando assim, o papai Noel não passará mais”, quando na realidade, mesmo com tais comportamentos, o papai Noel passará =). Uma sugestão é falar à criança o quanto o papai Noel também fica feliz quando há um bom comportamento dela.

Para quem não pretende incentivar o filho com a tradição da cartinha e um pedido de presente, mas também não quer deixar de fazê-la, é possível orientar a criança a fazer a cartinha em prol de outras crianças ou até mesmo de adultos ou de instituições, sugerindo que o pedido seja voltado para que o papai Noel possa passar na noite de Natal e iluminar os lares com a magia e encanto, ou que abraços quentinhos (como Olaf, em Frozen rsrs) possam ser dados mais vezes, ou que todas as crianças que ainda não tiveram o privilégio de ir pra escola, possam ir, ou que as famílias possam estar sempre em união...enfim, há várias sugestões que podemos transformá-las de acordo com a maturidade da criança.

Na minha cartinha, meu pedido é que a união e amor prevaleçam nos lares e no coração de todos nós!

E por aí, já fizeram a cartinha ao papai noel?
Abraços,

Larissa Andrade.

Ser " A " mãe



Imagem retirada daqui

Se há algo que toda mãe, ou a maioria, costuma fazer é refletir sobre o seu “ser mãe”, mas, talvez, para algumas, isso parece não incomodá-las, pois podem ser mais tranquilas quanto ao assunto ou, até mesmo, porque não param para pensar sobre isso (também não significa que não estão exercendo o seu papel materno adequadamente). Para outras mães, isso é algo mais constante, diria, até mesmo, mais intenso, seja porque são mais detalhistas e se cobram mais em suas diversas atuações sociais (mulher, profissional, esposa, etc.) e, com a maternidade, não seria diferente, esta reflexão fica mais acentuada.

Geralmente, estamos nos (auto) avaliando se somos a melhor mãe possível com o intuito de não errar, pois mesmo em meio às diversas situações (até as mais difíceis) que a vida proporciona, queremos desfrutar da maternidade, não somente como uma mulher que tem filhos, simplesmente por tê-los, mas sim, uma mulher que quer cuidar, ensinar, educar...se dedicar aos filhos. É tarefa fácil? Não, mas quando há um querer, tudo é possível.

Um dia desses, esteve em minha casa, uma moça prestando serviços de diarista. Ela, esforçada, “virada”, daquelas mulheres que fazem de tudo em pouco, principalmente dentro de casa e, dentre suas funções, ela é mãe de 3 filhos, com idades aproximadas de 15, 8 e 2 anos. Na última gestação, trabalhava dentro de uma cozinha industrial e, às 06h da manhã, já tinha que estar na empresa para o preparo do café da manhã dos operadores do primeiro turno e, se não me engano, saía por volta das 22h. Bem puxado e assim trabalhou do início de sua gestação até às vésperas do parto.  Por ter percebido o quão foi difícil trabalhar dessa maneira nesse período, já que a empresa não deu a devida atenção à sua gravidez, decidiu que com este terceiro filho seria diferente. Iria parar de trabalhar para se dedicar a ele e assim fez.

Em uma das vezes que ela esteve aqui, ao me ver ajudando Milena a retirar as meias e o tênis, ela parou pra me observar e falou “você é ótima mãe, né?!” e, disse, “será?, preciso melhorar em tanta coisa e nem sempre é tão fácil como parece”. Vi que ela parou rapidamente para refletir e me falou que os outros filhos ela teve por ter, trabalhava muito e nem dava a devida atenção, mas que com o terceiro filho seria diferente e, como teria mais tempo, iria se dedicar mais aos seus filhos. De fato, ela não queria ser mais somente mãe dos filhos dela, mas ser “A” mãe deles.  Confesso que até me emocionei quando a ouvi falando de seus sentimentos e de sua disposição para fazer o melhor por seus filhos. Parece uma situação simples, mas sempre me identifiquei com assuntos relacionados à família, maternidade e tantas relações sociais.

Quantas mães são assim? Com o tempo se dão conta que podem ser melhores e, mesmo trabalhando fora ou não, mas decidem ser a melhor mãe para seus filhos. Ainda que eu tenha uma experiência diferente da dela, pois ainda não tenho três filhos, mas também tenho essa mesma meta, de buscar sempre melhorias. Claro que nem sempre algumas coisas saem conforme planejamos, mas acabam nos fortalecendo para novas experiências. Não sou mãe perfeita, mas cada vez mais, estou aprendendo (sim, aprendendo) que, principalmente, a infância de uma criança é tão fundamental para contribuir para quem ela será no futuro e quais os benefícios levará para sua vida adulta. A fase é linda, mas passa rápido e, cabe a nós, darmos as devidas prioridades. Tarefa nada fácil, mas como diz um trecho da música Monte Castelo, de Legião Urbana: “... É só o amor, é só o amor, que conhece o que é verdade...”.

Como uma básica comparação...Sabe quando estamos focando em nossa carreira profissional e corremos atrás de tantas qualificações através de cursos, palestras, especializações, etc.? Isso contribui para melhorarmos o nosso currículo e, claro, indica que estamos dispostos a melhorar desempenho e a conquistar mais crescimento profissional, seja com um aumento salarial, com mudança de cargo, reconhecimento de seu trabalho...Tudo isso significa que estamos querendo sair daquela frase, “eu sou um(a) profissional”, mas queremos fazer a diferença e dizer “eu sou “A” (O) profissional”. Dá mais ênfase, mais segurança e, claro, favorece o crescimento pessoal e profissional. Isso é apenas um exemplo que podemos ser assim também com a maternidade, estendendo-se tanto a nós, mães, mas, os pais em geral...

Isso me faz pensar que nunca é tarde para querer mudar algo em nossas vidas, inclusive no que se refere à educação e criação de nossos filhos. O querer mudar já é o primeiro passo, não necessariamente, para ser uma mãe perfeita, mas a melhor mãe que podemos ser para nossos filhos, simplesmente, ser “A” mãe.

E você? É “A” mãe? Já refletiu sobre isso?
Abraços,
Larissa Andrade.
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