A faixa etária indicativa em brinquedos


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Não somente com a aproximação do dia das crianças, mas em outras datas comemorativas, como em aniversários ou ao oferecer uma lembrança, é bem comum presentearmos as crianças com brinquedos. Vamos ser sinceros? Por mais que muitos pais evitem o acesso à publicidade infantil (que não é o foco deste post), crianças adoram ganhar brinquedos. 

Ao presenteá-las, nem todos se atentam quanto à faixa etária indicativa na embalagem do produto e alguns presentes podem nem ser usufruídos pela criança como deveria ou podem nem ser entregues tão logo à criança até aguardar que ela tenha “maturidade” para brincar com determinado brinquedo (alguns pais fazem isso).

Até um tempo desses, não havia tanta opção de presentes para as crianças e, por isso, ficou meio rotulado que se alguém fosse comprar brinquedo para menina, seriam bonecas, e para meninos, carrinhos, e isso, independente da idade da criança, valendo mesmo o gênero.

Hoje, há muitas opções no mercado, tanto opções tradicionais como tecnológicas, mas ainda assim há muitas pessoas que não se atentam tanto a isso e acabam comprando aquele presente que já é “clichê”. O que é bacana é quando se presenteia alguma criança e ela aproveita brincando muito com o que lhe foi dado.

Para não ter erro em aniversários, as listas de presentes são excelentes, pois o convidado não precisa ficar tempos procurando por algum presente, as sugestões já foram escolhidas pelos pais da criança, (na maioria das vezes, junto com elas), e também levaram em consideração, opções de brinquedos, que tenham na loja, específicos para a faixa etária.

Levar em consideração a idade indicada no brinquedo é adequar a brincadeira à fase que a criança está vivendo com a maturidade que possui e que pode desenvolver mais ainda.

Antes de ser mãe, eu já era bem criteriosa quando eu precisava comprar presente a alguma criança e, já sendo, não seria diferente. Isto não estende-se somente a brinquedos, mas tenho o mesmo cuidado ao comprar livrinhos, dvd´s, etc ....é como se fosse parecido a ver data de validade  em algum produto.

Vale ressaltar que nem sempre os brinquedos “do momento” são adequados para certas faixas etárias, pois mesmo que algum personagem esteja no auge de sua exibição, pode ser que ele seja, por exemplo, para crianças maiores. Mas isso, cabe a nós, pais, avaliar se vale o investimento na hora de comprar algum item desses.

Para contribuir na escolha de um tipo de brinquedo, compartilho com vocês o link abaixo do site do Inmetro, fornecendo características de brinquedos, como eles devem ser, de acordo com faixas etárias:


É importante lembrar que a criança gosta e precisa de atenção. Não adianta dar o brinquedo se a criança não tem com quem compartilhar a experiência.

E você, na hora da compra, dá importância para a idade indicada no brinquedo?

Abraços,

Larissa Andrade.

O que não fiz na gravidez



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Mesmo já tendo passado um tempinho, sempre recordo da gravidez com um belo momento em minha vida, mas se tivesse que eleger uma frase para comparar a esse momento, diria “foi bom enquanto durou”, pois como vocês sabem, o meu parto foi bem prematuro, mas sempre fico me questionando (sim, até hoje) se tivesse durado mais tempo (ainda que eu soubesse que gestação gemelar nem sempre alcança  40 semanas), como seria, como me sentiria e se eu teria feito algumas coisas que sempre tive vontade de fazer.

Logo no início da gravidez, ao invés de comprar modelos prontos, mandei confeccionar, em uma costureira, roupa de grávida, mas como pedi que fosse feito em um tamanho mais largo, que já tivesse com a barriguinha bem maior, nem cheguei a usar. Durante esse período, usei roupas que eu já tinha, principalmente vestidos que eram apropriados à gravidez, tanto para o trabalho como em passeios.

Outra coisa que gosto muito é fotografia, ainda que eu seja amadora no assunto, amooo ver ensaios de gestante e, claro, não iria deixar de registrar esse meu momento marcante, mas como eu programei fazê-lo entre o 7° e 8° mês de gestação, não foi possível fazer as fotos. Senti muito por isso, mas se houver outra gravidez, acho que assim que aparecer a barriguinha, já estarei fazendo (na dúvida, né?! rsrs).

Pensei em fazer ioga pelos seus inúmeros benefícios físicos e, inclusive, os relacionados ao emocional, que contribuiria para melhor relaxamento e bem-estar, mas acabei deixando pra segundo plano e não buscando lugares específicos que oferecessem a prática.

Até a data do parto, eu já havia comprado e ganhado a maioria dos itens que eu pretendia para o enxoval, mas o sonho do quarto pronto para o grande dia, foi mais um item que saiu dos planos, afinal eu até esperava, de certa forma, por um parto prematuro, já que era gravidez gemelar, mas não imaginava que seria tanto antes do tempo previsto. Na semana anterior ao parto, estive prestes a comprar os berços, mas acabava optando em pesquisar mais, pois estava na dúvida se compraria um pra cada ou se seria apenas um para as duas e, com o tempo, faria a transição para uma mini-cama. O quarto foi sendo preparado durante o período em que Milena ficou na UTI Neonatal, mas já estava tudo pronto em sua chegada, pena que só ela veio!

Não tive desejos ou algo do tipo, ainda que uma amiga tenha sugerido para que eu aproveitasse a fase para pedir várias coisas ao marido alegando ser “desejo de grávida” rsrsrs.

Bom, mas se aproveitei até o dia em que entrei em trabalho de parto, fico certa que teria aproveitado bem mais até o momento que fosse possível. Caso tenha uma nova gravidez, farei um check list com as prioridades e para, tão logo, atender aos meus mimos. Deu até vontade de engravidar de novo e fazer tudo isso rsrsrs 

E você, deixou de fazer alguma coisa que gostaria de ter feito na gravidez? 
Abraços,
Larissa Andrade.

Crianças e a ingestão de água



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Nós bem sabemos o quanto a ingestão de água é importante para o nosso corpo com seus tantos benefícios essenciais à nossa saúde, portanto, tomá-la várias vezes ao dia e em quantidades indicadas é fundamental, mas e quando a criança não bebe muita água?

Foi o nosso caso, pois desde quando Milena era bebê e iniciou a ingestão de água, ela não demonstrou tanta afinidade com o líquido e isso não era bom, né? Começamos a oferecer água de côco e ela tomava numa boa, mas a pediatra sugeriu que continuássemos a oferecer água mineral, pois ainda que ambas fossem importantes, uma não substituía a outra. Frutas que contém mais água, também passaram a ser mais consumidas por aqui.

Bom, mas de lá pra cá, já usamos várias “técnicas” que criamos para que ela ingerisse mais água durante o dia, pois por bebê-la pouco, causou uma sofrida prisão de ventre (sem querer ser dramática, mas sofríamos todos juntos) e, diante dessa situação, toda a família se envolveu e ainda se envolve com um simples oferecer água a ela.

Conforme ela foi crescendo e fazendo uso de copos, fomos investindo em diversos modelos para estimulá-la, começou com o copo de transição e, com o tempo, de canudos, canecas, garrafinhas e por aí vai...até hoje, temos quase uma coleção (rsrs). Para facilitar que ela mesma pegue a água, deixamos os copos plásticos em uma gaveta que fica ao alcance dela, bem como o próprio bebedouro. Isso contribui muito!

Já fomos a uma nutricionista e ela nos deu algumas orientações que favorecem tanto a alimentação, bem como a ingestão de líquidos e nos ajudou bastante.

Aqui em Manaus é muito quente (mesmo) e, nesta época do ano, aumenta o calor por aqui, pois os termômetros marcam rapidamente uns 40°, e, nós, adultos, tomamos bem mais água e, de certa forma, temos que ser exemplo à Milena, por isso, como uma das nossas estratégias, já que ela ainda não pede tanta água espontaneamente, cada vez que bebemos água, oferecemos a ela também. Temos que oferecer várias vezes, pois na maioria das vezes, é apenas um gole que ela toma.

Já pedi apoio na escola para que ofereçam água pra ela, quando perceberem que ela não demonstra sede e mesmo que não tenha pedido, por isso, todos os dias, envio na lancheira dela, um copo plástico. Quando vou buscá-la na escola, levo uma garrafinha de água para ela ir brincando e, claro, tomando.

Com essas combinações, já conseguimos alguns avanços, pois, em alguns momentos, ela já passou a pedir espontaneamente. Parece até que ela aprendeu a sentir sede (estranho né? mas foi!). Algumas vezes me pede para beber água, como se algum dia eu tivesse proibido rsrsrs. Mesmo tendo aumentado um pouco mais, talvez não seja o suficiente, mas chegaremos lá!

Parecem dicas simples, mas espero que contribua caso alguém esteja com a mesma situação com o filho. 
E por aí, como anda o consumo de água com os pequenos?
Abraços,
Larissa Andrade.

O que fazer com roupas e acessórios do bebê que não servem mais



Roupas e acessórios, principalmente de bebê, são itens que, rapidamente, ficam sem uso e, quando nos damos conta, estão parados, pois não servem mais, seja porque a criança mudou de tamanho de roupa ou porque o sapatinho não cabe mais. Isso se estende a berços, brinquedos e etc. Quando não temos tanto espaço em casa para guardá-los, aí realmente algo precisa ser feito. 

Claro que sempre há alguma roupinha, um brinquedinho que queremos guardar como recordação de alguma fase do nosso bebê, até comentei sobre isso AQUI, mas pra isso, logo damos um jeitinho e conseguimos um espaço. Afinal, são itens que têm um valor sentimental e que, provavelmente, serão lembrados com muita emoção e carinho e renderão longas histórias no futuro. 

Como não dá pra guardar tudo, mas e o que fazer? Listei aqui algumas opções: 

- Doação: Além de ser uma bela ação solidária, faz bem pra nós mesmos quando doamos algo que servirá a alguém. Mais bem fará ainda a nós, quando sabemos que quem recebeu, usou e cuidou com carinho. Pode ser doação para abrigos, casas de apoio, comunidades e tantos outros lugares que há crianças. Será sempre útil, tenha certeza! É importante que o item a ser doado, ainda esteja em boas condições de uso. Por aqui, já fiz várias doações de roupas, jogos de berço, calçados, brinquedos e tantas outras coisas. 

Quando engravidei, mais duas colegas também estavam grávidas. A bebê da que nasceu primeiro, logo foi perdendo algumas roupinhas e fizemos uma “sociedade”, sem nenhum problema, afinal eram itens de bebê e bem cuidados. É claro que, se você quiser doar para alguma amiga ou alguém da família, é bom checar se a pessoa tem alguma restrição quanto a isto. Caso ela não aceite, respeite! 

- Feira de troca de brinquedos: Em algumas cidades, esporadicamente, ocorre a feira. É um momento em que as crianças participam levando algum brinquedo seu para trocar por outro. O objetivo é evitar o consumismo e permitir que as crianças troquem por algo de seu interesse, independente, do valor do brinquedo na hora da troca. As redes sociais têm contribuído para divulgar quando há feiras de troca.

- Vendas: Se há algum item do seu filho que você acredita que dá pra ser vendido. Que tal? Móveis e alguns acessórios como carrinho, cômoda, berço, poltrona de amamentação, etc., sempre são procurados por outros pais que estão montando o enxoval e buscam pagar um pouco menos em relação ao novo (desde que estejam aproveitáveis). Além de anunciar em classificados de jornais, há várias opções para divulgar seu produto, como por exemplo, em sites como OLX e Bom Negócio. Há ainda, vários grupos de venda no Facebook e Whatsapp e a maioria é direcionado para produtos somente de meninos ou de meninas.

- Brechó/ Bazar: Além desta opção no meio virtual, é bem comum encontrarmos grupos de mães que se reúnem para vender alguns itens por precinhos que cabem no bolso. Na oportunidade, dá vender e comprar também. 

- Guardar para o próximo filho (a): Para quem pretende ter outro filho em um período não tão distante do primeiro, é possível guardar a maioria das roupas, por exemplo. Como no início da gravidez não terá como saber o sexo do bebê, as roupas e acessórios unissex podem ser reaproveitados. Se preferir aguardar até a confirmação e for o mesmo sexo que o primeiro, praticamente tudo pode ser reaproveitado, dá até pra economizar assim!

Espero que estas opções contribuam para quem quer “desapegar” de alguma roupinha, calçado ou, até mesmo, algum móvel que está sem uso dos pequenos, pois se deixamos de fazer essas arrumações por muito tempo, pode ser que algumas peças fiquem amareladas e paradas tomando espaço. 
É importante lembrar que o ideal é que as peças a serem doadas ou vendidas, estejam em ótimo estado de conservação e bem higienizadas.

E você? O que costuma fazer quando as roupas e acessórios do seu filho não servem mais?

Abraços,

Larissa Andrade.
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