Ensinando gratidão aos filhos



Imagem retirada daqui

Não acontece com todas as pessoas, mas já repararam que, algumas vezes, deixamos passar despercebido um elogio ou algum comentário bacana e nem agradecemos? Pois é, acontece!  Seja de algum acessório nosso que alguém comenta sobre o quão está “show” e logo dizemos: “menina, mas é tão antigo”, “estou usando por falta de opção”, “não estou linda como você diz, tô com cara de cansada” e por aí vai. E o agradecimento que é bom, nada! Parece até simples, mas quem sabe que, através de simplicidades como essas, possamos nos sentir mais de bem com a vida. =) 

Eu, particularmente, gosto de agradecer ao que a mim é proporcionado e, por aqui, nos dedicamos a ensinar que Milena seja assim também (ainda que criança tenha lá suas vontades e momentos rsrs).

Confesso que já melhorei bastante em como lidar caso não me agradecessem por algo (que se fizesse necessário). Algum tempo atrás, trabalhei em uma empresa que, dificilmente, as pessoas agradeciam às outras, mesmo que fosse algo que fizesse parte das responsabilidades e obrigações de alguém...(não vejo problemas em agradecer mesmo em obrigações). Isso acontecia principalmente na troca de e-mails para tratar de assuntos, claro, estritamente profissionais, pra mim, era uma troca “fria” de e-mails. O detalhe era que nem agradecimentos, nem cumprimentos...iam direto ao ponto: “Fazer”, “Entregar”, “Providenciar”, “Cobrar, cobrar e cobrar”...enfim! Sem querer ser dramática, mas me incomodava, era como se o meu perfil não fosse compatível ao da organização.

Uma vez, comentando com uma colega do mesmo setor, ela disse que compreendia esse meu jeito, mas pediu que eu relevasse, afinal nem todos são iguais. Sabia que ela estava certa, mas sempre pensei que o mundo pode sim ser melhor com pequenos e valiosos gestos, como o agradecimento. Valorizar o que o outro faz (mesmo que seja um dever ou responsabilidade), respeitar e ter consideração alheia, faz bem pra qualquer pessoa. 

Que tal agradecer alguém que, do lado de fora, segura a porta do elevador para você passar com o carrinho do bebê? Ou quando você está segurando sacolas e a mão de seu filho e algo seu cai no chão, alguém corre e vem lhe ajudar?

Até mesmo em casa, quando fazemos algo para nossos filhos, é importante que possamos ensiná-los, na hora, a agradecer, seja ao papai, mamãe, babá ou qualquer pessoa. Assim, as crianças aprendem que, quando são ajudadas, o agradecimento é essencial. Simples assim! 

Além da gratidão, nós, pais, podemos ensinar e transmitir, inclusive através de nossas ações, tantos outros bons modos. Isso resultará em crianças e futuros adultos educados. 
Abraços, 

Larissa Andrade.

Blog com novo visual



Após o período de Copa e férias, eu já estava na expectativa para ter o meu blog com uma “cara” nova e eis que chegou o dia para compartilhar com vocês. Com o tempo, estarei dando um “upgrade” para melhorias. Em breve, por aqui..rsrs

Quem me deu o suporte foi a Juliana, do Templates e Layouts Sal da Terra. Sei que dei certo trabalhinho pra ela com muitas perguntas e pedidos de alterações rsrs! Juliana, muito obrigada! Gostei muito do resultado!

Confesso que, inicialmente, não sabia exatamente como queria, mas queria algo clean e simples que não ficasse muito carregado e que tivesse algumas imagens que remetessem ao nome do blog. E assim ficou de carinha nova, nova fase!
Espero que tenham gostado. Eu amei! 

Abraços, 

Larissa Andrade. 

O nascimento do bebê no ano da Copa no Brasil



Imagem retirada da Internet
Há muitas mamães e papais felizes em 2014, pois muitos bebês já nasceram ou nascerão no ano da Copa no Brasil e, claro, um movimento como este, tende a ser exaltado (principalmente pelos papais rsrs). Ter um marco social exatamente no ano do nascimento do bebê pode ser algo a ser lembrado eternamente.

Para alguns pais, é algo que pode ser indiferente e sem tanta relevância, mas para os que se empolgaram com esse momento, com certeza, ficará a lembrança que, no futuro, os farão falar “meu filho (a) nasceu no ano da Copa”. E, com a vitória do Brasil, que será Hexa (Yes!), o título também fará parte das futuras lembranças, "no ano do Hexa Brasil".

Para o bebê que está chegando ao mundo, apenas sentirá certa agitação, mas não faz ideia do que ocorre na sociedade. No entanto, quando crescer, também poderá se enaltecer ao saber e falar que nasceu no ano da Copa do Mundo no Brasil.

Como registro, naqueles álbuns/diários de bebê, já até postei aqui, geralmente, há espaços para preencher sobre como estava o mundo no ano do nascimento do bebê...quais eventos nacionais e mundiais, líderes, músicas, programas de TV, filmes famosos e outros itens que podem ser registrados lá. E, para os nascidos em 2014, a Copa do Mundo no Brasil, ganhará espaço nas linhas do álbum como recordação.  Sem contar, como na maioria dos nascimentos, inúmeras fotos e vídeos farão parte desse mágico momento.

Há mamães que escolheram os modelinhos de roupinhas para saída da maternidade padronizadas com as cores da seleção brasileira. E isso vale para meninas ou meninos. Uma graça! E, para continuar no clima do momento, há também festas infantis com o tema de Copa, assim como os bolos decorados.

Pelo visto, com a Copa, muitas famílias estarão comemorando por este momento e, claro, com  a chegada de um bebê. É bom, hein?! "Os bebês do ano da Copa no Brasil".


Enquanto isso na China...


Por abordar o ano do nascimento do bebê, um desses dias, assistia a um jornal de televisão que mostrava casais chineses tentando engravidar antes do final do mês de Maio, ainda este ano,  pois de acordo com o calendário chinês, é considerado o Ano do Cavalo. Quem nasce nele, segundo a superstição, são afortunados, com energia e terão boa sorte. Porém, a partir de 19 de fevereiro de 2015, por lá, inicia o Ano da Ovelha e, para eles, os bebês nascidos no referido ano, quando crescerem, serão seguidores e não líderes e não terão sorte no casamento e nos negócios.

Bom, acredito que, em prol de um futuro melhor para os filhos, a cultura e os valores, pelo visto, são fundamentais, ainda mais quando é para o bem de nossos pequenos. Será que assim como eles, isso estende ao Brasil? rsrs

  Abraços,

Larissa Andrade.

Mães que mudaram de carreira com a chegada dos filhos



 
Muito se fala em voltar ou não ao trabalho após a maternidade, mas, independente, da escolha, diria, serão cenas para próximos capítulos rsrsrs

Mulher e profissional focada em seu desenvolvimento profissional, mas passa a assumir uma nova função, a de MÃE. Aliada a essa nova e mágica experiência materna, eis que surgem novas ideias e projetos. Seja em prol da busca por horários mais flexíveis para estar mais tempo com os filhos, seja para não parar de trabalhar, enfim, para conciliar, à sua maneira e gosto, maternidade e trabalho.

Na maioria das vezes, uma carreira sólida é abandonada e, de certa forma, a maternidade pode ser a pitada de ousadia para algo que, talvez, estivesse ali guardadinho nos pensamentos mais remotos e essa foi um ponta pé e tanto. Sim, a mudança de carreira.

Confesso que, até certo tempo atrás, não entendia o porquê certas pessoas mudavam de área de atuação profissional, me questionava se seria uma aventura temporária por emoção, por modismo, enfim... com o tempo, fui entendendo que as pessoas estavam em busca da felicidade através de atividades que estavam mais relacionadas com seu perfil e o que lhes traria prazer. O que as fez mudarem de decisão? Experiências...estas sim, eram e sempre serão os ingredientes para qualquer mudança de vida, principalmente, as boas!

A experiência da maternidade traz muitas mudanças pessoais e com ela vem junto, certa maturidade, que nos faz repensar em muitos âmbitos, especialmente, o profissional. Algumas prioridades mudam e novas escolhas surgem com coragem e ousadia para iniciar algo novo, uma nova carreira.

É claro que as exigências sociais e seus “pitacos” podem até “contribuir” para essa nova tomada de decisão. Muitas mães tornam-se empreendedoras, outras decidem estudar nova área, pois estão desmotivadas de executar as mesmas atividades, ainda mais quando estas já caíram na “mesmice”. Há ainda aquelas que almejam conquistar oportunidades mais estáveis e focam em concursos públicos que, na maioria, possuem carga horária semanal menor em relação à iniciativa privada.

A primeira mudança é com a chegada do novo ser, mas independente da escolha, muitas mães optam por mais mudanças e a possibilidade de trabalhar com o que gosta e, claro, novos desafios que estejam aliados à qualidade de vida no trabalho e na criação dos filhos e, ainda, algo que irá agregar à família. O que importa é ser mãe feliz, afinal mães felizes, criam filhos felizes!

Para quem deseja mudar de carreira e a chegada dos filhos impulsionou, é importante pensar bastante sobre o novo segmento de atuação e ter um bom planejamento, principalmente, se for a abertura de um negócio próprio.

Por aqui, confesso que muitos planos estão em mente, mas nada concreto. Se surgirem novidades, conto, ta?! rsrs

E vocês, mudaram de carreira após a maternidade? Conhecem alguma mamãe que mudou? O que acham?

Abraços, 
Larissa Andrade.
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