Dessa vez, aconteceu comigo!

Se tem algo que nunca aconteceu comigo é terem me levado alguma coisinha material...nem uma tampinha de caneta.
É notório e alto o índice de criminalidade no meio em que vivemos e cada dia que passa ficamos sabendo através de pessoas conhecidas e meios de comunicação e o pior disso tudo é o medo que nos assola por vivenciarmos tudo isso, mesmo não querendo.
Não costumo escrever sobre esses assuntos por aqui, pois não é o foco do blog. Bom, o que quero dizer é que há duas semanas furtaram de dentro do meu veículo que estava estacionado em uma rua (inclusive em área nobre da cidade) uma televisão led e o meu velho e amável notebook.
NUNCA deixo objetos/ eletrônicos, bolsas e qualquer coisa de valor (nem tenho) dentro do carro, mas nesse dia, por ocasião de mudança, estavam dentro do carro algumas poucas coisas que ainda estavam no apartamento que morávamos e quando saímos deste, fomos em um aniversário infantil que foi em horário de almoço.
Ainda pela parte da tarde (claro e ensolarado dia, o que não inibe mais a ação de bandidos em lugar algum), quando iríamos voltar para casa, abrimos o carro que, por sua vez, não havia sinal aparente que ali houve algum furto, mas simplesmente levaram a televisão que estava bem "colada" ao banco traseiro e meu notebook que estava no meio de sacolas, almofadas, vasinhos de flor, etc. Os outros objetos nem levaram, inclusive um óculos escuro de "marca".
O insulfilm não é muito escuro, no entanto, tem que se esforçar para ver os detalhes que tem dentro, pelo menos, eu tenho, mas creio que quem levou tais objetos não precisou tanto, sem contar o profissionalismo dele (s) que abriu (ram) o carro cortando uma borrachinha que fica ao redor do lugar da chave na porta.
Pois é, dessa vez, aconteceu comigo! Ainda bem que só levaram bens materiais e que não presenciei o momento. Não que eu seja apegada a algo material, mas meus sentimentos estão relacionados com muita chateação, indignação mesmo, revolta, pois tudo que tenho e temos são frutos de muito esforço, estudo, comprometimento com nossos ideais...ainda que não tenhamos muita coisa que ainda almejamos. É uma pena convivermos com pessoas assim...que não se importam com si e muito menos com o que os outros têm. Querem as coisas de uma maneira bem fácil: roubando e parece não terem medo das consequências. São perfis de pessoas que, na maioria das vezes, precisam de tratamento, seja por dependência química que precisam roubar e vender para comprar drogas, seja porque são frutos de desigualdades, classes pouco privilegiadas, no entanto, que não justifica quererem levar o que é dos outros. Há oportunidades de trabalho, mas não se esforçam para conquistá-las ou talvez nem queiram trabalhar ou quem sabe fortalecer o currículo com cursos grátis que muitas instituições oferecem. Enfim, ainda que eu tenha registrado ocorrência, chego a me questionar sobre as vantagens em tê-la feito, pois só entrará para as estatísticas e não irão me ajudar a recuperar os itens levados, mas  de qualquer forma, quero que quem o fez, tenha sua devida consequência. Infelizmente, no local que o carro estava estacionado não há câmeras da cidade, confirmadas através da instituição competente pelas mesmas. Espero que aumentem os investimentos e espalhem mais e mais destas pela cidade.
O meu velho e amável notebook já estava tão coitadinho, tinha configuração tão básica, já não ligava sem estar na tomada, mas era meu! Lá, haviam tantos documentos importantes e muitas fotos, razões da minha maior chateação. Por isso, andei sumida, pois além de estar sem notebook, estava sem internet e só agora a instalaram por aqui.

A dica que tenho é que evitem andar por aí com objetos eletrônicos à vista e/ou qualquer outro objeto de valor. Eu já não costumava sair assim, mas exatamente na vez que estava com esses objetos no carro, aconteceu!
Desculpem-me o texto grande, mas o fiz para contar a vocês o motivo de meu sumiço e desabafar sobre minha chateação, pois levaram tantos arquivos e fotos minhas tão importantes e valiosas. A televisão? quando der, compraremos outra, vamos tentar um crediário por aí rsrsrsrs
Abraços,

Larissa Andrade.

Nosso Anjinho

Montagem que ganhei de uma colega logo no início da gravidez gemelar
É interessante como sentimos saudades de alguém que contemplamos “tão pouco” sua presença. Como gostaríamos de vivenciar no dia a dia toda aquela expectativa da gravidez desde quando fomos abençoados com duas meninas lindas...de como seriam, de como iríamos criá-las e, principalmente, educá-las.

Mirela, os porquês e suas possíveis respostas de sua ida, sempre existirão: gestação gemelar, prematuridade, bebê em desenvolvimento e tantos outros fatores, mas acima de tudo, força. Sim, você tão pequenininha e tão forte para apenas passar por aqui e deixar força para sua irmãzinha e para nós, seus eternos pais que, mesmo não tendo você aqui, fisicamente, te amamos e sempre te amaremos.

Gostaríamos muito de ter você aqui conosco! Acompanhar e fazer parte de seu desenvolvimento. De admirarmos de perto sua beleza, inteligência, alegrias, seus erros e acertos, seus aprendizados e tantas outras coisas e, principalmente, ao nosso lado e de Milena, sua irmãzinha. Sempre estamos a imaginar como seriam vocês duas aqui conosco, brincando juntas, cantando, pulando, “brigando” (faz parte entre irmãos =) ), questionando, aprendendo e cheias de curiosidades. Cada uma com seu ritmo e tempo. Duas lindas meninas iguais na aparência, mas desenvolvendo personalidades diferentes e, possivelmente, com muitos gostos em comum pela convivência.

Ah! Como seria?! Seria cheio de trabalho, preocupações, investimentos em dobro. De fato, não seria fácil, pois criar e educar filhos não é fácil, mesmo! No entanto, tudo isto faz parte de uma família, é normal, mas mesmo assim, tenho certeza que nos dedicaríamos ao bem estar de vocês, zelando pela nossa família com amor.

Hoje, posso dizer que, apesar de entender que você não resistiu à sua prematuridade, ainda é difícil acreditar que você tornou-se o nosso anjinho, pois a vontade de tê-la, acredito que, mesmo assim, sempre vai existir. A dor da perda é sempre inevitável e não ter você aqui não é fácil elaborar. Bom, mas sua ida pode ter sido melhor para você. Já estava escrito isso em algum lugar? Dito? Destino? Não sei, aconteceu.

Sei que és o anjinho que sempre estará nos protegendo, iluminando e olhando por nós. Obrigada! 

Mirela, anjinho de nossas vidas, para sempre te amaremos.

Papai, faz meu leitinho!


Nesse dia dos papais, tomei a liberdade de escrever algo sobre paternidade. Atualmente,  tenho co-participação com Larissa em praticamente tudo que se refere à Milena. Tudo! Só não fiz amamentar, mas as demais tarefas... tanto a parte operacional (trocar a fralda, dar banho, vestir, dar comida, lanche, remédios, etc.) quanto a parte estratégica (fazer atividades  da escola, educar, orientar pra vida).  Eu, particularmente (por questões machistas, admito!),  acreditava que a parte operacional não deveria caber ao pai – e algumas delas, nem até mesmo, à mãe. Na verdade, a parte operacional (mais cansativa), deve mesmo é ser terceirizada (leia-se babá!). Os pais deveriam apenas focar na parte estratégica (e também na parte legal, como levar pra passear, brincar...). No entanto, isso depende das escolhas e da dinâmica de cada família. Então por isso, aqui estou, totalmente envolvido com a criação e educação de nossa filha.
Portanto, podem me perguntar qualquer coisa... idade,  peso, remédio que está tomando no momento, rendimento escolar, próxima consulta com pediatra (estas, inclusive, nunca faltei nenhuma) ... que vou ter a resposta na ponta da língua. Às vezes, sinto também, que estou bem envolvido e em sintonia com a maternidade de Larissa.  
Sei que, infelizmente, há pais ausentes. No meu caso, me dedico para estar sempre presente. A parte bacana dessa “presença”, é que os filhos ficam muito apegados ao pai. Desde quando ela era bebezinha, criamos, além da rotina dela, a nossa! Fizemos isto para contribuirmos um com o outro, ajudando no que for necessário (tanto na parte operacional como na estratégica). Até hoje, em determinado horário, quando estou em casa, é a mim que ela pede pra fazer o leitinho dela.  Sei que em tudo isso há a contribuição e sabedoria de Larissa para que eu seja assim e para que a paternidade e maternidade por aqui, andem sempre juntas. Alguns afazeres “teoricamente” mais maternos, a Milena também conta comigo. Até me acostumei.
A parte ruim disso tudo? Bom, pra criança acho que não tem nenhuma. Pro pai fica o cansaço. Envolver-me tanto assim na criação da minha filha, tem me feito pensar duas vezes em ter outro filho, pois a parte operacional não é brincadeira, portanto, estamos planejando com mais cautela sobre quando chegar esse momento. O homem por não ter o esse lado “materno” aflorado, por não ter tanta habilidade, se envolver tanto assim, às vezes nos deixa sem paciência para fazer certas coisas que a mãe tira de letra.
Realmente, imagino que ser mãe não é fácil. Bom, mas como hoje é o dia dos pais, vou puxar a “sardinha” pro nosso lado. Ser pai também não é para qualquer um. Temos a responsabilidade entre outras coisas, a de dar bons exemplos,  sustentar e manter a família unida.
Amor paterno: ... também é Amor Incondicional, Amor Verdadeiro e Amor eterno!!.


Desejo então a todos, um Feliz Dia dos Pais
 Papai de Milena.

Pequenas Comemorações

Imagem retirada da Internet

Meio sumida esses dias, mas aqui estou! Por aqui é assim: temos datas importantes bem próximas e eu me empenho e viro, além de mãe e demais funções, decoradora de (pequenas) festas (em casa) rsrs. Paralelamente, ainda com a correria de todos os dias, mas vamos tentando dar conta. O que importa é que fica simples, bonitinho e, no final, dá tudo certo. Claro, com toque de muito amor. 

Primeiro foi o aniversário do meu marido e, na semana seguinte, o aniversário de nosso amor e princesa Milena. Não foi possível fazer grandes festas, mas passar em branco, “no way”. Sendo assim, corri atrás dos pequenos preparativos para comemorar em família, conforme o nosso orçamento estava permitindo. 

Comemoramos o de Milena na escolinha dela, algo rápido e meigo, mas acreditamos que ela tenha gostado, tanto que, no dia seguinte, ficou nos perguntando se os coleguinhas cantariam “Parabéns” novamente pra ela. =)

Por mais simples e pequenas que sejam as comemorações, eu me empolgo com tudo isso. Adoro pesquisar artigos para festa, planejar, fazer lembrancinhas e por aí vai (de repente pode ser um talento que em um futuro bem distante eu possa explorar mais rsrs). 

Bom, é isso e para agregar ao pacote de pequenas comemorações, está chegando aí o Dia dos Pais. Será que ainda cabe no tal orçamento? Rsrsrs

Abraços, 

Larissa Andrade.
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