As fases e o tempo




Já comentei por aqui o quanto sou uma pessoa nostálgica. Sinto saudades de vários momentos de minha vida, várias fases...isto entende-se desde minha infância, adolescência e atual fase que estou vivendo e, claro, não seria diferente na maternidade. 

Parece frase clichê e é mega comum escutarmos ainda mais quando somos mães: “como o tempo passa rápido”. E, se formos dar sentido para ela, diremos ... “e passa mesmo!”.

Sei que muitas vezes, há momentos que nos perguntamos “Por que não agi dessa ou de outra maneira?” ... afinal, nem tudo são flores e nada é perfeito, mas queremos sempre dar o nosso melhor, principalmente, na criação de filhos. 

Quando vejo as fases que Milena já vivenciou e que está vivenciando atualmente..dá uma saudade de tantos momentos, desde os primeiros e até os mais recentes: daquele bebezinho em nosso colo, do sentar, do engatinhar, dos primeiros passos, das primeiras papinhas, das primeiras palavras...Dos primeiros momentos dela entre coleguinhas, em passeios, na escolinha, em família. Do que ela já consegue fazer, do que ainda está em desenvolvimento, das perguntas e porquês, de suas birras, artes e manhas. Passa um mega filme em nossas lembranças...deliciosas lembranças! Se agora estou assim, imaginem no futuro. 

Ver o seu desenvolvimento não tem preço. Como qualquer criança e ser humano, há situações em que se destaca e, outras, não. Mas, para nós, ela é sempre o nosso destaque, nosso melhor resultado. 

Ainda que através de nossa proteção, cuidados e adequados exemplos, podemos estar cada vez mais aliados com a "criação de filhos pro mundo". Pensar e agir assim é o certo, mas não é tarefa fácil! Parece até um misto de sentimentos, acredito que toda mãe vive isso, hein?!

É...tem um bebê que está crescendo! O tempo passa rápido, mas cada fase é única e tem suas particularidades e nos traz novas vivências com nossos pequenos. O importante é curtir e aproveitar cada uma delas!

O lado mais gostoso de sentir saudades mostra que “o tempo passa rápido”, sim! Mas, acima de tudo, o quanto soubemos aproveitar e vivemos com intensidade os momentos que a vida proporciona. Simples assim! 

   Abraços, 

Larissa Andrade.

Estufando a barriga



Imagem retirada da Internet

Com o “Positivo” à tona e a confirmação da gravidez, a mulher tem a tendência de estufar a barriga. Para aparecer? NÃO! Mas SIM, para falar ao mundo que irá ser mãe e vai gerar uma vida. Parece automático, mas a “natureza” feminina e materna se encarrega de já sentir os sintomas da gestação e daí começam (ou continuam para quem já estava sentindo algo de confirmar com o exame) os enjoos, cansaço, sono, dor na coluna, nos pés, mudança de humor, desejos, etc. Entretanto, há mulheres que não apresentam alguns destes sintomas inicialmente, mas talvez, no último trimestre. 

A ação de estufar a barriga remete à ideia de “sim, estou grávida e quero que todos saibam”. Lembro-me da minha primeira consulta ao obstetra, por volta de 6 semanas, quando comentei com ele que já me sentia diferente e já percebia a minha barriguinha de grávida. Ele, educadamente e sorrindo, respondeu que ainda não era possível perceber a barriga de grávida, mas que era comum muitas mulheres a estufarem no início. E eu, insisti dizendo que eu me conhecia e já conseguia notá-la já que eu era miudinha (meio metro de pessoa...nada como um bom salto rsrsrs). 

Hoje, sei que realmente não dava para perceber e ele foi coerente em sua afirmação, afinal com a idade gestacional que eu estava, havia dentro de mim, dois lindos e pequenos embriões. 

Sinceramente, o que eu sentia, de fato, mesmo sendo no início de minha gravidez, é que eu estava diferente e estava comprovando a teoria do quanto mudamos nessa fase...o corpo muda e os sentimentos também... o que eu sentia ia além de seios inchados e algum outro tipo de sintoma típico do momento que eu vivenciava. 

Não é novidade, mas mudamos pra melhor, a nossa sensibilidade e amor pelo outro aumentam...mesmo!

E vocês, se pegaram estufando a barriguinha rsrs? Qual(is) primeiras sensações e mudanças tiveram?
Abraços, 
Larissa Andrade.

Superstições e crenças para grávidas e bebês

Imagem retirada da Internet
Desde quando engravidamos, é bem comum escutarmos de algumas pessoas, certas “receitinhas” para descobrir, prevenir ou tratar algo que possa surgir com o bebê. Na realidade, são superstições e/ou crenças que são passadas através de gerações. 

O intuito aqui não é abordar temas de religião ou a fé que cada um tem, mas independente, de quem acredita ou não, há relatos de pessoas que afirmam que fez algo do tipo e deu certo. Acredito que por este motivo, sempre tem alguém experiente transmitindo para novas mamães algumas dicas relacionadas ao assunto. Vale ressaltar que, para quem acredita, como bem sabemos, a nossa mente tem um poder fascinante e geralmente conquistamos algo, quando acreditamos muito que vai dar certo o que queremos conquistar. 

Creio que, para estas superstições ou crenças, não haja algum estudo científico, mas o que vale é a intenção e, claro, o respeito, por quem acredita ou não. 

Abaixo, seguem algumas mais populares que dizem por aí:

* Na hora da lavagem das fraldas de pano, as mesmas não devem ser torcidas para evitar a cólica no bebê; 

* Jogar um garfo ou colher (sinceramente não lembro qual dos dois e, mesmo tendo pesquisado, não encontrei qual, pois há várias parecidas) e, dependendo do lado que cair no chão, é possível saber o sexo do bebê. ( Por mais engraçado que seja, quando estava grávida, uma tia minha fez comigo (também não recordo se usamos garfo ou colher) e ela prontamente falou: “serão meninas”. E eu, “será?, esse negócio pode não dar certo”. Ela logo disse que todas as vezes que ela fez o teste com alguma grávida conhecida, nunca falhou rsrsrs. Bom, a questão é que deu mesmo certo por aqui, ela acertou! rsrs). 

* O primeiro sapatinho de presente para o bebê deve ser vermelho, pois representa saúde;

* Se a grávida apresentar muita azia, é sinal que o bebê nascerá muito cabeludo; (Coincidência ou não, mas olhem o meu sobrinho quando nasceu...como era cabeludinho e nesta foto ele só tinha apenas 15 dias rsrs);


* Ao visitar o bebê, nunca deve ir cansado ou com fome, pois acaba atraindo essa energia para ele; ( Concordo, pois não é interessante e nem elegante visitar um recém-nascido desta forma, é bem melhor ir descansado, após um banho e, aí sim, a visita torna-se mais agradável a todos); 
 
* Quando a criança está brincando e fica com o bumbum pra cima, está pedindo um (a) irmãozinho (a); 

* Quando o bebê faz xixi na pessoa que o carrega, está lhe pedindo um presente (faz xixi na roupa da pessoa e ainda quer presente, espertoo! rsrsrs); 

* Quando o bebê está mamando, se arrotar no peito da mãe, irá empedrar o leite; 

* Quando o bebê está regurgitando, é sinal que irá ganhar peso; 

* Tomar Guaraná Baré (da terra) aumenta a produção de leite materno; 

* Se uma grávida tocar na cabecinha de um bebê, o cabelinho dele irá cair; 

Bom, estas são algumas que lembrei. Ainda que sejam crenças e/ou superstições há quem pense que é melhor prevenir, no entanto, cada mãe sabe o que é melhor pra si e para seu bebê, assim como absorver bem quais superstições valem a pena acreditar, pois principalmente na gravidez, é comum escutarmos muita coisa e a maneira como são ditas...faz muita diferença.

Se for pro bem de todos, na dúvida, é melhor fazer! Ou não?! Rsrsrs 
E vocês, independente se acreditam ou não, escutaram e/ou conhecem alguma superstição destas?  (com novas dicas, pode até ser que faço uma série com outro post rsrs).

Abraços,

Larissa Andrade.

Mudanças de hábitos geram bons exemplos



Imagem retirada da Internet

Já perceberam que nós, mães, sempre estamos “testando” algo novo com nossos filhos? Parecemos até cientistas, criamos as hipóteses e ficamos estudando se dará certo e como vamos fazer...acredito que nos quesitos alimentação e educação são os que mais há “testes” feitos e se tivesse um ranking, estes dois estariam sempre nos primeiros lugares. Realidade de mães!

Bom, mas estes “testes”, tratam-se de mudanças de hábitos. 

É claro que, para o bem de nossas princesas e príncipes, estamos sempre buscando por melhorias, mas primeiramente devemos mudar em nós mesmas! Novidade? Acho que não! Mas se queremos ver nossos filhos aprendendo algo e agindo de determinada maneira, cabe a nós, sermos o exemplo. As crianças aprendem através do que falamos e orientamos a elas, mas creio que, principalmente, pelo que fazemos. É algo do tipo: como querer que seu filho coma o tão verdinho brócolis, se ele não vê, nós, pais, comendo?

Como fazer “cobranças indevidas” à criança, se não respeitamos o seu tempo? Ou se não estamos tendo o manejo necessário para tal, talvez, pela correria do cotidiano? Portanto, acompanhar qualquer processo é fundamental!

Qualquer mudança que queremos na vida é preciso, acima de tudo, querer esta mudança! Precisamos sempre estar avaliando a rotina da casa e os comportamentos que nela surgem e, assim, perceber o que está bom e deve permanecer e/ou ser aprimorado e o que precisa de mudança imediata (para o bem de todos rsrs). Esta avaliação estende-se a vários aspectos, seja na rotina de horários (prioridade por aqui), na alimentação, vestuário, atividade física, lazer, educação, casamento, carreira, dentre outras. Que tal listar as mudanças prioritárias? Sabe aquele balanço que fazemos quando termina um ano e inicia um novo? Pois é! Sempre é um bom momento para dar um ponta pé inicial e fazer melhorias. 

Parece simples, mas qualquer mudança gera impactos. No entanto, mudar hábitos já pode favorecer bons resultados de nossos “testes”, que por sinal, costumam ser corriqueiros na maioria das casas e, especialmente, com crianças. 

Para mudar é necessário foco, disciplina e comprometimento! 

* * Há tantas simples ações nossas que são bons exemplos para nossos filhos, portanto, se queremos que eles:

...Não joguem lixo no chão, devemos mostrar a eles que lugar de lixo é no lixo!

...Apreciem uma boa leitura em livros, tornemos essa prática comum para que eles nos tenham como exemplo!

...Não falem palavras ofensivas ou palavrões, devemos evitar pronunciá-las na frente deles!

...Sejam crianças amáveis e inteligentes, devemos amá-los e, acima de tudo, demonstrar sempre pra eles, ressaltando suas características e ações com afeto! 

...Respeitem aos outros, devemos sempre colocar em prática, respeito e bons hábitos...estes começam em casa! ...

Pequenas mudanças fazem grande diferença e melhoram a qualidade de vida da família e, claro, contribuem para o desenvolvimento saudável dos nossos filhos. Eu, por exemplo, estou buscando ser sempre mais flexível, pois estava me cobrando muito se em um dia eu não conseguisse fazer tudo que eu tivesse planejado. 

Estabelecer prioridades é necessário sempre e bons costumes devem estar sempre presentes em nosso lar...nossos filhos irão demonstrar isto através de suas ações no futuro.  

E por aí, estão em algum processo de mudança?
Abraços, 

Larissa Andrade.
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