"And The Oscar Goes To..."


Imagem retirada da Internet
Em meio a tantas situações que vivemos, sei que cada um de nós temos, respeitosamente, alguma história linda e digna de ser contada e que daria até um filme com grande elenco envolvido. São histórias de alegrias, perdas, vitórias, superação, esperança, relações, amor, etc. 

Se formos contar, por exemplo, da nossa maternidade, desde o início da relação com nosso companheiro/ namoro, casamento, gravidez, parto, infância, adolescência e dias atuais... teria que ir para as telinhas de cinema mesmo e, ao invés de ser baseado em fatos reais, de fato, seria real rsrsrs.
Bom, mas voltando à realidade, a blogosfera não é um filme, mas nos permite conhecer um pouquinho da história de várias celebridades mamães e filhos, e nós, telespectadores, nos identificamos, aprendemos e trocamos experiências, mesmo virtuais.

E na vida real, você já parou pra pensar para quem você daria o Oscar?

Eu daria para tanta gente, pra tantas histórias...daria até mesmo pra mim mesma, por ser alguém que busca constantes melhorias para ser uma boa pessoa, tanto como mãe, companheira, amiga, profissional...
Daria para minha família e para tantas outras. Daria para tantos papais e mamães que se esforçam e dedicam para criação e educação de seus filhos. Daria para aqueles que se envolvem espontaneamente em ações sociais, por gostarem, por se sentirem bem, por ser um objetivo de vida. 

Daria para as amizades verdadeiras que, mesmo quando estão distantes, são cheias de afeto e boas recordações. Daria para as pessoas que respeitam os direitos humanos, da criança e do adolescente e, que acima de tudo, conseguem se colocar no lugar do outro.
Se for listar pra valer, seria Oscar pra muita gente rsrsrs

E você, daria o Oscar para quem?
Abraços,

Larissa Andrade.

Obras de arte em paredes, móveis ...


By Milena
Gostaria de agradecer às pessoas que inventaram as tintas laváveis, pois antes, paredes riscadas, precisavam ser pintadas novamente. Thanks!
A criança se expressa de diversas maneiras, dentre elas, através de desenhos. É realmente muito bom vê-la pegando em um lápis de cor, caneta ou algo do tipo, pois saem os riscos e rabiscos cheios de imaginação e criatividade. Ah! E pode perguntar que desenho é, que sempre há a resposta...tem animalzinho, pessoas e várias coisas, uma graça! rsrs

Ainda que as fases cheguem para nos apresentar mais habilidades de nossos pequenos, é necessário estar preparado para as novidades que possam surgir. Sabem aquela fase que a criança começa a se mostrar um verdadeiro artista e vai além dos papéis e começa a riscar as paredes, móveis, etc.? Pois é! Por aqui, Milena já havia passado da mesma faz um tempinho e, após váriasss conversas orientando sobre o papel e suas utilidades, ela aprendeu que desenho tem que ser nos papéis. Mas estes dias, ela resolveu mostrar seus dotes artísticos e se empolgou, riscando a parede da sala com pincel azul para quadro branco e um armário com giz de cera (a arte da sala logo apaguei já que era pincel e as demais na frente do armário, acabei apagando antes de tirar foto, mas ainda há esta parte com a obra de arte (figura acima)). 

Sei que há pais que permitem que os filhos desenhem em paredes, alguns até disponibilizam uma parede da casa para que a criança use tal espaço quando quiser desenhar, afinal “é só fase” e depois, a parede pode ser pintada ou até mesmo, lavada (esta última é uma ótima opção, pois pode ser que pintar as paredes, não esteja na lista de prioridades das finanças da casa no momento rsrs).
Eu, particularmente, não sou favorável em permitir riscos e rabiscos nas paredes, objetos ou móveis, pois acredito que, por aqui, temos que orientá-la onde ela pode pintar e mostrar suas habilidades na arte, pois fico imaginando se permito as pinturas nas paredes daqui, há a probabilidade que ela possa fazer o mesmo nas paredes ou móveis alheios. 

Independente da opinião, é interessante orientar onde a criança pode dar um de artista e favorecer os momentos para desenvolver a criatividade. Afinal, quem foi que disse que é fácil a arte de educar? =)

E vocês, mamães? Já vivenciaram esta fase dos pequenos artistas? Ou quando vivenciarem, permitirão o uso das paredes? Como lidaram e/ou lidarão?
Abraços,

Larissa Andrade.

Tempos de Escola...Saudade "da boa"



Início de ano rima com férias e também com a compra de material escolar. Época de livrarias lotadas, pesquisa de preços e análise das listas escolares (que nem sempre estão condizentes com a necessidade real de determinados itens). De qualquer forma, o que quero compartilhar não são dicas para a compra do material escolar, mas o quanto este momento me deixa nostálgica (rsrsrs).
Arrumando os materiais de Milena, aquele cheirinho de novo, tudo organizado e identificado com carinho, deu uma saudade “da boa” do meu tempo de colégio.

A cada início de ano, aproveitava as férias, brincava, passeava, mas esperava ansiosamente pelo início das aulas e o material novo cheio de mimos e caprichos de menina: estojo, mochila, lápis, canetas coloridas, borrachas, fichário, adesivos e outros itens. Vale ressaltar que nem sempre os inícios de ano letivo eram flores, pois em fase de economia em casa, algumas coisas do ano anterior que estavam bem conservadas, eram reaproveitadas. É claro que, na época, eu ficava meio vergonhosa, afinal iriam lembrar que determinado item eu já tinha usado no ano anterior.  Fazer o quê? =) Tinha que compreender, afinal nesse período, lembro que meus pais sempre comentavam do investimento $$$ conosco, eu e minhas irmãs em colégio particular, apenas tinha ideia de valores, hoje entendo tal realidade!!

Sei também que a espera pelo início das aulas era pra estudar (é claro rsrs) e ia além de mostrar meu material novo, mas pelo reencontro com as amigas para colocar os papos em dia, estar no ambiente do colégio que era sempre acolhedor e que lá, a grande maioria dos alunos, estudou “a vida toda” (ensinos: infantil, fundamental e médio) e sei que formava grandes cidadãos. Era bom estar lá ... para as aulas, confraternizações, eventos/datas comemorativas, jogos e tudo que o colégio proporcionava. Os professores eram estáveis e duradouros em sua trajetória profissional, o que sinto muita falta hoje, pois Milena em sua escolinha, só ano passado trocou de “tia” quase cinco vezes, o que não é nada bom, pois quando a criança começa a criar vínculo, a “tia” sai da escolinha em pleno ano letivo, me deixa super chateada. 

Professores e demais colaboradores que lá trabalhavam, conheciam a nós como alunos, mas nossas famílias também, crescemos todos juntos!!! Hoje mantenho as amizades lá feitas e é isto que quero pra minha filha... que ela possa estudar em um lugar assim...que valoriza os estudos e as vertentes pedagógicas, a cultura, a família e que ela se sinta bem em estar na escola e possa desenvolver círculos de amizade duradouros. 

E você? Sente saudades dessa época?

Abraços, 

Larissa Andrade.

O que não dizer a uma grávida



Quando eu estava grávida, escutei muita coisa bacana, recebi elogios, bênçãos e, simplesmente, foi uma fase inesquecível que vivi e que desfrutei com muito amor, mas a minha gestação, apesar de saudável, não alcançou até o final, ocasionando o parto prematuro.
Os elogios foram muito bons, afinal... quem não gosta de recebê-los? 

Sei que há várias dicas sobre este assunto, mas gostaria de compartilhar minha vivência e, de vez em quando, escuto algum comentário ou pergunta para alguma grávida que, sinceramente, não entendo o motivo dos mesmos e também não são elegantes. 

A minha gravidez era gemelar, estava esperando por duas meninas lindas, mas infelizmente, devido prematuridade, uma delas não resistiu e virou um anjinho (como citei no meu primeiro post aqui no blog). Entretanto, o comentário que escutei que mais marcou foi quando uma conhecida perguntou com quantos meses eu estava e, após responder, ela simplesmente falou: “elas vão nascer prematuras, você é muito pequena para suportar as duas, acho que você não tem espaço...”. Eu realmente não precisava ter escutado aquilo e, educadamente, sorri e sai de perto. Pena que ela acertou e elas nasceram prematuras. Será que ela me dá os números para eu acertar na loteria? Rsrsrsrsrs 
De qualquer forma, sugiro não ser feito estes tipos de comentários a uma grávida. 

Recentemente, presenciei o momento em que uma pessoa falava a uma colega grávida que queria muito falar com ela sobre o bebê de um amigo que havia nascido, mas que devido alguns problemas...blá blá blá e que ela deveria se cuidar para que isso não acontecesse também com ela. Enfim, a colega grávida ficou meio assustada. Acredito até que esta pessoa estava bem intencionada, mas às vezes não é o que falamos, mas como falamos e isto faz toda diferença!!!
Comentários meio trágicos, também é bom evitar, pois pode deixar a grávida desconfortável e com certos receios. 
Não é porque aconteceu algo que não foi muito bom na gravidez de alguma conhecida que também pode se repetir com a atual grávida.

Abaixo seguem algumas perguntinhas e comentários rotulados feitos às grávidas: 

* “Foi planejado?” Essa é a TOP – High level rsrs. Seria bom se fosse para fazer algum controle da taxa de natalidade.
* “A sua barriga parece tão pequena, a de uma conhecida minha que engravidou na mesma época que você, está bem maior”;
* “A sua barriga parece tão pequena, tem mesmo um bebê aí dentro”?
* “Você engoliu uma melancia?”
* “Você engordou demais!”
* “É ele, o pai do bebê?”
* “Vocês já são casados? Ou ainda vão casar?”
...E vários outros mais...                                                                               
Por ser um momento tão especial na vida da mulher, falar coisas boas, oferecer suporte, elogiar e participar deste momento são fundamentais e, desta forma, tanto a mãe como o bebê se sentem amados. 

E você, vivenciou algum comentário ou perguntas deste tipo na gravidez? 

Abraços, 

Larissa Andrade.
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