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| Imagem retirada da Internet |
Se tem uma coisa que criança
aprende rápido é falar palavrões e nem precisa ficar repetindo para ela
aprender a pronúncia correta ou algo do tipo e, quando percebemos, escutamos
alguma “palavrinha feia” e que, na maioria das vezes, eles nem sabem o
significado. É um “aprendizado” rápido e sem esforços para ninguém...rsrs
Por incrível que pareça, é
praticamente inevitável as crianças não escutarem tais palavrinhas, mas, de
qualquer forma, ninguém quer que seu filho saia falando algo do tipo por aí. No
entanto, cabe a nós, papais, evitar a verbalização de qualquer palavra do tipo
ou algum outro tipo de exposição que favoreça que os pequenos aprendam e fiquem
repetindo tranquilamente por aí.
No entanto, evitar exposições em
meios que favoreçam, também não há como evitar totalmente, pois as crianças estão
em outros convívios sociais como a escolinha, contato com outras crianças e
elas precisam destas interações.
Vamos cuidar do que nos
pertence...sim! Em casa! Evitar falar as “palavrinhas feias” na frente da
criança visando que ela não aprenda com os próprios pais e também para que ela não
leve para outros lugares, influenciando outros coleguinhas.
Por aqui, procuramos não falar na
frente de Milena. Durante o período da escolinha, sinceramente, até hoje, ela só
citou uma vez em casa o que, segundo ela, foi o coleguinha que falou. Por outro
lado, há desenhos e/ou filmes infantis que ela assiste e um dia desses nos
surpreendeu falando algumas palavrinhas (até que não eram tão ofensivas ou pesadas,
acredito que por ser de filme infantil) e, nós, ficamos nos questionando em
quem poderia ter citado na frente dela, mas não sabíamos e perguntamos a
ela...ela ainda disse o nome do filme.
Por isso, o importante é estarmos
atentos, primeiramente, a nós mesmos para que não falemos tais “palavrinhas” na
frente da criança e se ela participa de outros meios como, por exemplo, a
escola, caso ela comece a falar algo que escutou por lá, pode ser interessante
procurar a professora para conversar e verificar tal situação. Ainda tem a questão
da televisão para ficarmos atentos ao que as crianças estão assistindo e se
realmente corresponde à faixa etária, observando o que é falado seja no desenho
ou no filme infantil. Temos que conversar com a criança e explicar que tal “palavrinha
feia” não é legal ficar falando até ela compreender e nem verbalizá-la mais.
Afinal, ninguém quer que seu
filho aprenda o que não é devido e não é bonitinho escutar os pequenos falando palavrões e, nós, papais, temos a tendência em acreditar que, com os nossos filhos, determinadas atitudes, eles não vão ter, pois além de querermos sempre o bem deles, dedicamos esforços para educá-los.
Abraços,
Larissa Andrade.


